Tenho uma paixão especial pela cidade de São Paulo, que comemora 458 anos nesta quarta-feira (25). Amor antigo, desde pequenininha, como diria em um comercial de margarina. Em 2010 estive na cidade pela primeira vez, e de lá para cá, muitos encontros e desencontros com a cidade.
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| São Paulo, 458 anos! |
Amigos, família, realizações e até um grande amor me ligam à capital paulista. Bem, irei contar dessas andanças em outras postagens. Hoje, aproveitando a data, vou contar da vez que comi a melhor pizza da minha vida. Porque é como dizem... "A Itália pode até ser o País das massas, mas pizza boa mesmo, só em São Paulo!". ♥
EMBARQUE - Estive na capital paulista em outubro passado. A viagem foi bem curta - a mais curta que já fiz, por sinal - mas foi tão legal que vale a pena registrar o momento em um post. Fui receber um prêmio de jornalismo (o primeiro de muitos, espero. rs) e a viagem foi toda paga. Por isso, como não fui à passeio, o tempo foi bem reduzido: infelizmente, apenas 24 horas!
- Mas, o que fazer em São Paulo em apenas um dia?
Acompanhada de uma amiga, desembarquei no Aeroporto Internacional de Guarulhos no começo da tarde. Dessa vez não tinha ninguém me esperando e, como não sabia direito onde ficava o Hotel, achei que teria que desembolsar uma boa grana para o táxi. Mas, São Paulo é assim, generosa, e descobri a oitava maravilha do mundo: o expresso aeroporto.
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| ♥ Transamérica Classic ♥ |
Em posse do meu fiel mapa de transporte metropolitano de Sampa, desci no Tatuapé, fiz baldiação pra Sé e de lá descemos na Avenida Paulista para dar uma caminhada. Como já era tarde (ainda por cima em horário de verão), só deu para matar a saudade da Avenida e pegar um táxi até o hotel.
Fiquei hospedada no Transamérica Classic de Higienópolis, bastante conhecido em São Paulo. É um hotel 4 estrelas, ótimo, por sinal. Facilmente ficaria hospedada lá caso quisesse um lugar bem bacana para ficar nas férias e se tivesse dinheiro para investir em algo mais sofisticado (que não é o meu caso, ok? Adoraria!).
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| Pizza em Higienópolis |
Antes de ir pro evento, ainda fizemos uma caminhada em busca de algum lugar bacana pra comer... foi quando descobrimos uma pizzaria maravilhosa - a Ros. Ristorante - e uma padaria que achei sensacional. Diferente de todas que já tinha visto. Bom, tive a oportunidade de experimentar uma pizza naquela Cantina, que ficava aberta até tarde, e apesar de ficar em um bairro tradicional de São Paulo e típico da classe média alta, achei os preços bem razoáveis, especialmente porque a pizza pequena é gigante e alimenta (muito bem, obrigada) duas pessoas.
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| Sanduíches São Paulo |
Já na padaria, cheia de tentações, não tive a oportunidade de provar nada, mas que tava tudo muito lindo e cheiroso isso é bem verdade. Acabei indo comer sanduíche em uma lanchonete na Rua Alagoas. Não achei nada fenomenal, mas era tudo bem organizado e limpo. Ah, um detalhe que achei bem legal foi a divisão do cardápio, que já sustentava a gula. Mesmo assim, fiquei pensando que poderia ter me servido de uma bela trufa e um pão de queijo naquela maravilhosa Delicatessen da esquina. Coisas de Higienópolis...
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| Famoso sanduba do Mercadão |
Depois do evento no Teatro da PUC, o Tuca - lugar que também merece um post pelos acontecimentos históricos -, conhecemos mais jornalistas e demos uma bela caminhada à 1h da madrugada. Voltamos pro hotel e no outro dia ainda deu tempo de "bater perna" na 25 de março, ir ao Mercadão e embarcar de volta para Recife. De metrô se vai longe!
Nota: Já viajei um bocado de avião, mas nunca tinha feito foto da aeronave sobrevoando o mar ou por entre as nuvens, da mesma forma que sempre morri de tédio sem ter coragem de escutar uma musiquinha. O motivo é que passei anos aterrorizada pelos avisos do piloto.
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| Derrubando aviões! |
Lembro que em uma vez, antes da decolagem, o aviso para desligarmos os equipamentos eletrõnicos já tinha sido feito, mas eu insisti em ouvir música. Castigo ou não, uma das turbinas de ventilação falhou! Até hoje não sei como não saí correndo de culpa e de medo de quase ter derrubado o avião! HAHAHA É brincadeira! Mas eu realmente acreditei que a culpa tinha sido o meu Iching-ling.
Bom, o fato é que nessa viagem resolvi confrontar o destino... saquei a câmera e fiz tantos cliques que deu até sono! Valeu a pena.
GUERRA DE TÁXIS - Do Aeroporto Internacional dos Guararapes até a minha casa, na Zona Norte, um táxi fica em torno de R$40 a corrida. Mas os táxis credenciados do aeroporto cobram tarifas absurdas e o motorista queria fechar um "pacote" comigo de R$65 o trecho. Desisti e peguei outro táxi que tinha acabado de deixar um passageiro no aeroporto. Mas esses absurdos também são praticados por taxistas mal intencionados que ficam esperando os "gringos" assim que um avião pousa na capital, é claro.
Então, a dica para você, turista, é ligar para a central de táxis da cidade e você ainda tem a opção de conferir quanto vai ficar a tarifa aqui nesse site bacana - www.tarifadetaxi.com/recife - e lembre-se de sempre ir ao balcão de informações turísticas pedir orientações.
VALE A PENA PAGAR DIÁRIA ?
Vale! Quem tem carro e costuma sempre fazer viagens à trabalho nesse esquema de 24h, sabe que é mais vantagem deixar o carro no estacionamento no aeroporto. Eu, despreparada, acabei pagando muito mais de táxi do que pagaria pela diária do estacionamento (R$40), considerando que o preço da corrida de táxi é apenas para um trecho, capitche?! A escolha é toda sua.
Fotos: Aline Souza
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